Ebook eng/pt - Simplicidade na Pregação - Bispo J. C. Ryle

Simplicidade na Pregação
J. C. Ryle

3. Let me observe, in the next place, that when I talk of simplicity in preaching, I would not have my readers suppose I mean childish preaching. If we suppose the poor like that sort of sermon, we are greatly mistaken. If our hearers once imagine we consider them a parcel of ignorant folks for whom any kind of "infant's food" is good enough, our chance of doing good is lost altogether. People do not like even the appearance of 'condescending preaching'. They feel we are not treating them as equals, but inferiors. Human nature always dislikes that. They will at once put up their backs, stop their ears, and take offence—and then we might as well preach to the winds.



4. Finally, let me observe, that it is not coarse or vulgar preaching that is needed. It is quite possible to be simple, and yet to speak like a gentleman, and with the demeanor of a courteous and refined person. It is an utter mistake to imagine that uneducated and illiterate men and women prefer to be spoken to in an illiterate way, and by an uneducated person. To suppose that a layevangelist or Scripture-reader, who knows nothing of Latin or Greek, and is only familiar with his Bible, is more acceptable than an Oxford first-class man, or a Cambridge wrangler (if that first-class man knows how to preach), is a complete error. People only tolerate vulgarity and coarseness, as a rule, when they can get nothing else.
Simplicidade na Pregação
J. C. Ryle

3. Permita-me observar, além disso, que quando falo de simplicidade na pregação não estou me referindo a pregação infantil. Se pensarmos que as pessoas humildes apreciam esse tipo de pregação, estamos redondamente enganados. Se nossos ouvintes pensam que os consideramos um bando de ignorantes para os quais qualquer tipo de papinha para bebê é válida, perdemos qualquer possibilidade de fazer-lhes o bem. Normalmente não estarão dispostos a ouvir uma pregação condescendente. Sentirão que não os estamos tratando como iguais, mas como inferiores, e isso sempre desgosta a natureza humana. Imediatamente nos darão as costas, taparão os ouvidos, ficarão ofendidos, e então melhor seria pregar para uma muralha.

4. Finalmente, permita-me observar que não precisamos de uma pregação rude ou vulgar. É perfeitamente possível ser simples e falar como um cavalheiro, com o estilo de uma pessoa gentil e refinada. É um tremendo erro pensar que os homens e mulheres iletrados e analfabetos preferem que lhes falem de modo iletrado e como um analfabeto. É um grande erro supor que um evangelista leigo ou qualquer um que lê as Escrituras, que desconhece o latim e o grego e somente está familiarizado com a Bíblia, é mais aceitável do que um homem de Oxford ou um polemista de Cambridge. Normalmente as pessoas somente toleram a vulgaridade e a rudeza quando não podem ter qualquer outra coisa.

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